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13 7808 8696 – Luiz Fernando
Quando os Olhos se Fecham
A morte é o tema central.
A partir da leitura do testamento de Avelino Siqueira, que deixa uma casa funerária para sua filha bastarda, uma crise se desenrola entre os herdeiros legítimos, que reclamam os bens do morto.
Este é o ponto de partida para esta Tragicomédia Multimídia em ritmo de chanchada, que expõe as mazelas da sociedade em relação aos sete pecados capitais: Ira, Inveja, Gula, Luxuria, Preguiça, Avareza e Soberba
Elenco
André Leahun
Camila Baraldi
Cláudio Augusto Junior
Dino Menezes
Luiz Fernando Almeida
Renata Carvalho
Matheus Fernandes
Caio Marques
DanielaPaulino
Ficha Técnica
Dramaturgia: Geraldo Junior
a partir da obra de Antonia Landolfi e Zil Montaña
Direção: Miriam Vieira
Cenografia e Adereços: A Confraria dos Cia Teatral
Figurinos: Waldir Correia
Maquiagem:Renata Carvalho
Trilha Sonora: Carlos Bellini
Desenho de Luz: André Leahun
Multimídia: André Leahun e Dino Menezes
Op. de Luz: Ana Carolina Lima
Som e Multimidia: Beatriz Marchiolli
Producao Executiva: Luiz Fernando Almeida
Produção: Superbacana Produções e
A Confraria dos Bobos Cia. Teatral
Sushi com Rapadura- Stand Up Comedy
As mil e uma histórias de Mariazinha e seu amigo Sol
O espetáculo As mil e uma histórias de Mariazinha e seu amigo Sol é a realização de um antigo sonho da companhia: trazer para o palco a história de pessoas comuns. Revelar a poesia de situações que, por vezes, nos parecem sem importância.
Neste espetáculo a personagem Mariazinha compartilha algumas histórias de seu diário com a platéia. Conta como foi a chegada da sua avó em um navio, há muito tempo atrás; fala da importância de ter tempo para si mesmo; revela os seus medos. Estas lembranças são adaptações de histórias originais de Dib Carneiro, Pamela Duncan e Reynaldo Puebla.
Valorizar as nossas histórias pessoais e as nossas lembranças de infância, incentivar a idéia do diário enquanto guardião de uma memória, afirmar a importância e o prazer de ouvir histórias são alguns dos temas que As mil e uma histórias de Mariazinha e seu amigo Sol se propõe a tratar.
A partir do simples ato de “narrar”, este espetáculo nos convida a revisitar as nossas próprias histórias e, assim, redimensionar nossas experiências. Com isso nos aproximamos das idéias de Walter Benjamin, em seu texto O Narrador:
Cada manhã recebemos notícias de todo o mundo. E, no entanto, somos pobres em histórias surpreendentes. A razão é que os fatos já nos chegam acompanhados de explicações. Em outras palavras: quase nada do que acontece está a serviço da narrativa, e quase tudo está a serviço da informação.
Sinopse
Todas as manhãs o Sol pede à Mariazinha, uma clown contadora de histórias, que conte uma das suas emocionantes histórias de infância
Para atender ao pedido do amigo Mariazinha abra seu diário, depositário das suas melhores lembranças, e faz reviver vários acontecimentos maravilhosos: a fabulosa chegada da sua avó em um navio, as diversas tarefas para as quais era solicitada, o dia em que o primeiro circo chegou a sua cidade…
É reconstruindo a memória do que é lido que as mil e uma histórias de Mariazinha e seu amigo Sol são contadas.
As Histórias
Porão – Uma história do escritor e crítico Dib Carneiro Neto extraída do seu livro A Hortelã e a Folha de Uva. Ele narra a chegada dos imigrantes libaneses ao Brasil e, assim, trata do amor entre netos e avós.
O Minuto Fatal – É a lembrança de um momento de infância da autora Pamela Duncan e trata sobre o tempo que precisamos dedicar a nós mesmos.
A Incrível História de Janjon - Texto escrito por Pamela Duncan, a partir de história contada por seu amigo Reynaldo Puebla, sobre o dia em que o circo passou pela primeira vez pela sua cidade.
Personagens
Mariazinha
Menino I
Menino II
Pirata
Domador
Concepção:
A encenação pretende fazer dialogar linguagens e linhas estéticas diferentes criando, para cada história contada, uma característica peculiar ligada às suas características.
O grupo optou pela diversificação de linhas de trabalho, levando em consideração as necessidades de cada cena, sendo assim, serão utilizadas: a linguagem de clown, o teatro físico, o teatro realista e a pantomima.
Textos
Criados pela diretora Pamela Duncan e revisados pelo professor de literatura infantil da Unicamp, Marcos Catalão.
Figurinos
Também criados por Pamela Duncan, seguirão o conceito geral do espetáculo.
Trilha Sonora
Cada cena criada será pontuada por sons e musicas propondo climas, momentos e sentimentos diferentes. A trilha será produzida por Raul Cordula Teixeira que já trabalhou com o grupo em outras montagens como: A menina que descobriu a noite.
Adereços e Cenário
O premiado cenógrafo Luis Rossi será o responsável pelos adereços do espetáculo. Já a Boneca será criada por Lala Martinez Corrêa, artista plástica renomada e irmã do diretor Zé Celso Corrêa.
Multimídia
Colaborando com a proposta do diálogo de linguagens, os artistas e Dino Menezes criarão desenhos animados e cenários virtuais para os contos O minuto fatal e Porão. Neste último haverá, também, a inserção de trechos de filmes antigos, a fim de ambientar a encenação.
Ficha Técnica
Direção
Pamela Duncan
Texto Final
Pamela Duncan
Correção Final
Marcos Catalão
Textos e Contos
Dib Carneiro Neto e
Pamela Duncan
Atores
Bia Martello,
Bruno Caselli,
Luiz Albertoni e
Sandra Storino
Figurino
Pamela Duncan
Vendas:
Luiz Fernando Almeida
Costureira
Lecy
Adereços e Bonecos
Ivaldo de Melo
Preparação de Clown
Reynaldo Puebla
Design de Luz
Juarez Adriano
Boneca
Lala Martinez Corrêa
Trilha Sonora
Raul Cordula
Vídeo
Dino Menezes
Fotos
Jefferson Pancieri
Multimídia
Dino Menezes
Produção:
A Peste, Cia. Urbana de Teatro
Apoio
Oficinas Culturais Oswald de Andrade Secretaria Estadual de Cultura
Currículos
O grupo A Peste nasceu no ano de 2002/3 com a proposta de pesquisar a linguagem do teatro físico–visual. O primeiro espetáculo A Menina que Descobriu a Noite foi premiado como melhor espetáculo do ano em Santos, SP. A carreira da peça superou as expectativas, já que, através dela, participamos dos eventos paralelos da Bienal Internacional de Artes de Santos e da I Mostra de Teatro Infantil do SESI (viajando por 12 cidades do estado de São Paulo). Em seguida fizemos temporada no TBC – Teatro Brasileiro de Comedia, no teatro da Funarte de SP e nos SESCs de todo o estado de São Paulo. Este espetáculo também participou dos projetos da Prefeitura de São Paulo (Recreio nas Férias e CEUS – Centros Educacionais Unificados) e do projeto da Prefeitura de Taboão da Serra, Férias Culturais.
A partir daí começamos um caminho de reflexão sobre o gesto, a palavra e o sentimento levando esta linguagem para a montagem de um novo espetáculo: Sonhei com Charles Chaplin, que foi produzido pelo Instituto Cultural Alfa, estreando e cumprindo uma temporada de cinco meses no Teatro Alfa de São Paulo. Lá recebeu excelentes criticas e várias indicações para prêmios. A partir daí seguiu uma longa carreira: ● temporada no Teatro Folha; ● foi selecionado em 2005 e 2006 para a III e IV Mostra de Teatro Infantil do SESI (fazendo 48 apresentações em 22 cidades de todo o interior de São Paulo); ● nestes mesmos anos foi selecionado para o Projeto Mosaico; ● fez temporada de três meses nos CEUS; ● apresentou-se no SESC Santo André e SESC Santana, além de várias outras unidades do SESC em São Paulo e no interior; ● foi o representante de São Paulo no Festival Internacional de São José do Rio Preto.
A peça Eternos Vagabundos, baseada no Gordo e o Magro e nas personagens de Samuel Beckett, fez temporada no SESC Santos, após uma pré-estréia no projeto Rumos do Teatro desta mesma unidade. Depois disto fez temporada no SESC Santo André e viajou pelo interior de São Paulo em outras unidades do SESC. Foi convidado para a Mostra SESI de Teatro Infantil de 2008.
Atualmente o grupo desenvolve dois novos projetos de pesquisa: NELSON, Visceral, sobre o universo feminino rodriguiano contemporâneo, baseado na obra de Nelson Rodrigues e em suas personagens femininas. E, como Companhia Urbana, desenvolve outro projeto onde a grande cidade é nossa inspiração
O dia-a-dia, a urbe, o mundo, as guerras, as injustiças, a corrupção dos valores, os interesses obscuros, a fome (no conceito mais amplo) fazem parte da nossa expressão; é um Grupo permeável à atualidade, movimentando-se como num espelho, talvez deformado, criando obras para nos entender melhor e ao nosso tempo e, assim, poder “sobreviver” aos dias que correm.
Descobrir a alma humana, mas, sem perder a ternura… O sonho e a ingenuidade são as propostas de Pamela Duncan, diretora do grupo, que vem pesquisando esta linguagem em outros espetáculos há mais de 15 anos. Com o encontro com pesquisadores do pensamento, atores e técnicos, Pamela enriqueceu mais ainda a sua pesquisa.
O nome A Peste, baseia-se no pensamento do teatrólogo Antonin Artaud, que escreve: “forma maior de uma epidemia é a peste, não há outra; a forma maior de expressão é a poesia e o teatro; não poderíamos encontrar outra: eis aí o tema e o elo”.
A poesia é uma cura ou uma prova. E pelo teatro esse efeito curativo e salvador deve ganhar uma importância coletiva e análoga a de uma epidemia. É no momento das epidemias, ou da peste, que as pessoas se mostram verdadeiras. No mais profundo dos seus sentires. A sua verdadeira cara.
E nessa humilde intensidade ética e estética, muitas vezes solitária, resistindo à convulsão instalada nas grandes cidades é que nasce o núcleo A Peste – um núcleo mutante, heterogêneo e eclético de artistas com o objetivo de produzir com uma preocupação estético-visual e ética do Teatro Contemporâneo.
INTEGRANTES
PAMELA DUNCAN
Diretora, Figurinista e Autora
Diretora de teatro que nasceu em Recife, mas parte da sua vida morou em diferentes países da América. Estudou dança teatro e educação em Buenos Aires e São Paulo.
É curadora e produtora de eventos importantes na cidade de São Paulo como Art Futura, evento internacional realizado no Itaú Cultural; 30 anos do Colégio Pentágono no estádio do Ibirapuera e Vitória da Paz no Espírito Santo.
Além de teatro, dirige shows, prepara cantores, ministra cursos e workshop no Brasil e no exterior, além de manter uma forte ligação com a pesquisa teatral na linha do teatro físico-visual.
É diretora do grupo de Teatro Físico A Peste, Cia Urbana de Teatro. Atualmente desenvolve coordenadoria da prefeitura de Taboão de Serra. Na área de Educação se destacou como assessora da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (CENP) na área de Educação Artística, durante quatro anos, com o projeto Teatro como Instrumento de Educação. Nas oficinas Oswald de Andrade desenvolve o projeto Nelson, Visceral.
Soltando o Verbo de Zé Carlos Andrade. Trechos de textos que formam uma homenagem à língua portuguesa. Entre outros, Dora de Capitães de Areia de Jorge Amado. Direção: André Latorre – Cia. Instável de Teatro.
BRUNO CASSELLI
Ator
Licenciatura Plena- Faculdade Paulista de Artes.
Teatro Profissional – Escola Macunaíma.
Curso de Atores para Vídeo- Studio Beto Silveira.
Ciências do Corpo e Método Laban – Professora Silvia Gaspar.
Principais Trabalhos
Quando as Máquinas Param de Plínio Marcos. Direção: Paco Abreu – Grupo Peripécia.
Nos Bastidores do Ser de Machado de Assis de David Ives. Direção: Fernanda Farina – Teatro Macunaíma.
Rastro Atrás. Direção: Paco Abreu – Grupo Peripécia.
Othello de William Shakespeare. Direção: Wanderley Martins – Teatro Macunaíma.
Breve Poema para um Amor Esquecido de Anton Tchekov. Direção: Adriano Cypriano – Cia Grito de Teatro.
LUIZ FERNANDO ALBERTONI
Ator
Formação universitária em Comunicação Social – FIAM/FMU.
Profissionalizante como ator – Teatro Escola Macunaíma.
Circo - Galpão Acrobático Fratelli.
Cinema – Studio Fátima Toledo.
Teatro Físico – com Robert Mc Crea, na Cultura Inglesa.
Clown - com Fernando Vieira, no Galpão Acrobático Fratelli.
Comédia Dell’arte – com Petrônio Nascimento, na Mazzaropi.
Oficina dos Menestréis – com Deto Montenegro, no Teatro Dias Gomes.
Principais Trabalhos
Espasmos Urbanos da Cia. Artesãos do Corpo.
Águas de Lixo da Cia. Bicicletas Voadoras.
O Planeta Pé de Água, texto e direção de Milton Aguiar.
Cyrano de Bergerac de Edmond Rostand. Direção: Pablo Moreira.
Risco de Vida, texto e direção de Roberto Vignati
Noite de Reis de Willian Shakespeare. Direção: Luis Gustavo e Ester Góes.
Rei Lear de William Shakespeare. Direção: Robert Mc Crea.
Bodas de Sangue de Federico Garcia Lorca. Direção: Nissin Castiel.
Adultério de Nelson Rodrigues. Direção: Alex Capelosa.
SANDRA STORINO
Atriz
Licenciatura em Artes, Universidade Belas Artes.
Bacharelado em Comunicação Social - Rádio e TV na Universidade Anhembi Morumbi.
Formação Teatral, Sint. Ludewijks College – Lokeren, Bélgica.
Principais Trabalhos
Como se formam as Ilhas? Performance da Cia. Teatro da Passagem. Direção: Ronaldo Zaphas e Henrique Godoy.
A Paixão de Cristo. Teatro de Rua – Praça da Sé. Direção: Mariozinho Telles.
Verdades e Mentiras. Criação Coletiva. Direção: Paulo Marcos.
Planeta Água e Mata Atlântica. Texto e Direção: Gisela Arantes.
O Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim de Federico Garcia Lorca. Direção: Rogério Favoretto.
Arlequim, Servidor de dois Amos de Carlo Goldoni. Direção: Renata Sêpa.
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SINOPSE DO MONÓLOGO ‘GANDHI, UM LÍDER SERVIDOR’

Ator: João Signorelli
Gandhi anuncia o início de mais um jejum para despertar a consciência dos líderes do Ocidente e do Oriente para a paz mundial. O jejum que ele propõe é que os povos deixem de se alimentar com pensamentos desequilibrados, preconceitos e sentimentos sombrios. Convida a platéia a fazer uma longa e sensível reflexão sobre a liderança, a não-violência e introduz princípios ético-filosóficos nas relações humanas, falando sobre integração, cooperativismo e amor. Para o Mahatma não havia diferença entre esse ou aquele: TODOS são seres humanos (e espirituais) buscando experiências terrenas para alcançar nova consciência e evoluir com mais rapidez. Ao final fala sobre sua trajetória como líder, sobre a importância da conduta única e invoca a fé.
“O único tirano que aceito neste mundo é a voz interior, suave e serena.”
“Só o amor cura, nutre, une, entusiasma, faz nascer, alivia, materializa, motiva… possibilita a vida!”
Mahatma Gandhi
João Signorelli vem interpretando Gandhi há mais de seis anos, apresentando-se por todo país em teatros, empresas nos seus depts. de RH, em instituições de ensino, clínicas, abertura de eventos, congressos e seminários. O monólogo de Miguel Filiage, baseado nos discursos de Gandhi, falando sobre liderança, conduta única e cooperativismo, vem obtendo êxito como mais um segmento motivacional pela introdução de princípios ético-filosóficos nas relações humanas.





