SANSEX- Entrevista | ‘Leve-me para sair’ com o Coletivo Lumika

 

O mundo está mudando pra melhor? Ser gay pode estar se tornando um traço de personalidade como outro qualquer, como ser moreno, gostar de rock ou saber imitar aquele apresentador engraçado da TV. ‘Leve-me pra sair’ retrata um grupo de adolescentes gays de São Paulo e suas visões de mundo. Os depoimentos de 10 jovens entre 16 e 18 anos chamam atenção para diferentes questões sobre identidade, sexualidade e preconceito.

O filme é assinado pelo Coletivo Lumika, que se inspirou nos crescimento do número de jovens assumidamente homossexuais e ao mesmo tempo da alta taxa de casos de homofobia. A obra foi financiada pelo ProAC e sua realização durou cerca de 11 meses: desde a pesquisa e pré-entrevistas da equipe até a edição final. E ainda renderá mais conteúdo. “O que não entrou no filme vai virar uma micro-série que será exibida no canal do Coletivo no Youtube”.

Produzido pelo Coletivo Lumika, o curta-metragem será exibido na noite de sábado 1º/dez, às 23h, no Quiosque da Cris (Praia do Itararé/São Vicente). Aliás, o coletivo foi criado em 2011 em trabalhos dos cursos de Audiovisual e Design do Centro Universitário Senac com o objetivo de estudar e difundir a linguagem audiovisual. Desenvolvendo, principalmente, produções que despertem o interesse do público jovem. Confira a entrevista com a equipe:

1) Pode-se citar qual do depoimento dos entrevistados mais lhe chamou a atenção? Todos foram bastante específicos, o que faz com que cada um tenha um discurso bem único. Todos tiveram suas formas de se expor em frente a uma câmera. Não conseguimos determinar um que chamou mais a atenção, mas sim como o conjunto chamou, o quanto são maduros e com clareza de pensamento com a idade que tem. Isso é uma coisa que nos marcou muito. Tem uns três pensamentos que é desenvolvido ao longo do filme que são bem interessantes e fortes:

a) Às vezes parece que… só quem é homossexual tem sexualidade. Porque (…) eu nunca ouvi alguém perguntar da sexualidade de alguém para um heterossexual, por exemplo; b) Homofobia é (…) um ódio, pra mim, assim, na minha concepção de o que é homofobia, é… ela tá muito ligada com o machismo sim; c) Eu fiz uma decisão comigo mesma que eu não teria medo dessas coisas, porque me recuso a ter essa vida privada (…) por causa do medo.

2) Na sua visão, quais seriam as diferenças no cotidiano dos jovens gays e dos jovens heterossexuais? Nossa sociedade está acostumada a criar crianças para serem heterossexuais, quando elas notam que não “pertencem” a esse tipo de vida, elas normalmente passam por um processo de reflexão, amadurecimento, autoconhecimento, que muitas vezes jovens heterossexuais não passam ou demoram mais a passar. Existem muitas outras diferenças nessas reflexões que podem mudar o cotidiano dessas pessoas, como se relacionar com outras pessoas por exemplo. Como relacionar essa cultura heterossexual com a maneira de agir/comportar, entre outras coisas.

Um reflexo para isso é que atualmente cremos que até existam lugares para público homossexual, ou onde eles possam se sentir mais livres de transitarem como quiserem; gostos musicais; estilo de roupa, entre outros, sem generalizar é claro. Essa “cultura gay” é bem forte entre os jovens e acaba por muitas vezes influenciando os adolescentes que não são gays.

Acreditamos que em breve, essa classificação entre homossexuais, heterossexuais, bissexuais e outras, terão cada vez menos importância e que os jovens serão cada vez mais livres para encontrarem a expressão de sua afetividade e sexuaidade sem neuras ou culpas ditadas por uma regra heteronormativa.

3) E, ao realizar o filme, foi possível perceber diferenças entre jovens homossexuais e gays mais maduros? Eles estão se descobrindo, se encontrando, em uma sociedade que está cada vez mais aberta a saber que eles existem. Homossexuais mais velhos, ou mais maduros, tiveram que lutar por esse direito ou privá-los do mesmo. Não podemos falar de uma consciência total, mas estes jovens viventes em São Paulo, podem experienciar um outro tipo de realidade e liberdade que muito provavelmente não existia algumas décadas atrás.

E isso de certa forma molda seu comportamento, que de alguma forma vai ser diferente de quem cresceu sem poder se expressar livremente. Acho que ainda não temos certezas concretas, mas podemos sentir um pouco essa diferença. Acho que a exibição do filme e o feedback do público vão nos trazer algumas respostas.

Relançamento livro MEU NAMORO COM O CINEMA, dia 4

Após o sucesso no Curta Santos, obra ganha nova sessão de autógrafos na Millor

O que faz alguém escrever sobre cinema? Deve-se manter apenas o olhar distante na hora de analisar um filme? Ou é preciso escrever com paixão? O famoso crítico musical norte-americano Lester Bangs aconselhava a segunda opção. “Meu Namoro com o Cinema” traz uma compilação de textos do jornalista e editor do www.cinezen.net, André Azenha, que dão ao leitor exatamente isso: textos passionais sobre filmes igualmente intensos. São obras que miram o amor e desamor em várias possibilidades. Após o sucesso do lançamento durante o 10º Curta Santos, a obra terá nova sessão de autógrafos, quinta-feira, 4 de outubro, na Millor Revistaria e Cybercafé.

Tal qual um namoro longo, de altos e baixos, essa é a relação entre o crítico e a arte, e os casais mostrados nos filmes aqui abordados. “A comparação é mais do que coerente: crítica de cinema e relacionamentos amorosos têm tudo a ver. Tanto em um, quanto no outro, não existem fórmulas que funcionem sempre. Pauline Kael, da revista New Yorker, talvez a maior crítica norte-americana, disse uma vez que ‘você deve usar tudo o que é e sabe’ em uma crítica. Ou seja: se doar, se colocar sempre, se mostrar por inteiro”, escreve o jornalista Gustavo Klein – editor de cultura do jornal A Tribuna, principal diário do litoral paulista – no prefácio. “Claro que, dentro desse conceito, sempre haverá os galinhas, que traem sua preferida com outras artes e deixam a sensibilidade de lado, e os românticos incorrigíveis. André Azenha demonstra, neste ‘Meu Namoro Com o Cinema’, que faz parte do segundo grupo. Um apaixonado eterno pela sétima arte, que enxerga a sua magia e a reverencia. É uma paixão que compartilho. O bom, aqui, é que não a precisamos disputar. O cinema é de todos…”, diz.
“Nesta compilação de resenhas, Azenha nos brinda com as várias fases de seu namoro, da infância em que queremos bater nos valentões da escola e ficar com a garota mais bonita (‘Karatê Kid’), passando pela adolescência festeira e pra lá de sensível (e os filmes de John Hughes), a idealização da musa inatingível (Marilyn Monroe), a dor do fim (o japonês ‘A Partida’ ou ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’) e os eternos recomeços (em ‘Rocky Balboa’). Fala também de declarações de amor impossíveis de esquecer (caso de ‘Nova York, Eu Te Amo’)”, ressalta Klein.
“O crítico, ao passar dos anos, tornou-se uma figura enxergada com olhares tortos por boa parte do público: um sujeito ‘frustrado’, ‘chato’, ‘ranzinza’, para muitos. A postura destrutiva de alguns colegas pode ter contribuído para esse olhar. Porém, antes de tudo, é preciso entender que, ao decidir tornar-se crítico, uma pessoa está se entregando de corpo e alma a algo o qual se apaixonou perdidamente. O ‘crítico’ é, primeiramente, um apaixonado”, afirma André Azenha na apresentação do livro.
“O livro é, antes de tudo, uma celebração à sétima arte. Por isso, o lançamento em um cinema e como parte de um festival”, explica.

Entre cada resenha, depoimentos de um personagem que vai amadurecendo conforme sua relação amorosa com o cinema segue em frente.
A tiragem é curta e os livros produzidos de forma artesanal pela Edições Caiçaras. As capas, por exemplo, são feitas a partir de pôsteres de filmes cedidos pela Vídeo Paradiso.


Serviço:
Relançamento do livro Meu Namoro com o Cinema, de André Azenha

Quando: 04 de outubro, quinta-feira, 20h
Onde: Millor Revistaria e Cybercafé, rua Marechal Deodoro, 7, Gonzaga
Valor do livro: R$ 25

Festival de Cinema realiza debate temático inédito com prefeituráveis de Santos

Você já ouviu o seu candidato a prefeito apresentar, de forma direcionada, propostas para fomentar a Cultura da sua Cidade? Aproveitando o período de eleições municipais, o Curta Santos – Festival de Cinema de Santos realizará no dia 22 de setembro, sábado, uma ação inédita no país: um debate político temático sobre cultura com todos os candidatos a prefeito.

Na última semana, uma reunião com os assessores dos candidatos definiu as diretrizes do debate, que tem presença confirmada dos nove prefeituráveis de Santos. O encontro terá aproximadamente duas horas de duração e ocorrerá em uma sala de cinema, contextualizando os preceitos do Festival, que este ano completa 10 anos de existência.

Segundo o diretor geral do Curta Santos, Ricardo Vasconcellos, a intenção é abrir espaço para discussão de um assunto que muitas vezes é deixado de lado da pauta dos candidatos. “Nós, do Curta Santos, do ‘movimento cultural’, queremos que esse primeiro contato com os prefeituráveis estreite as nossas relações”, disse durante a reunião.

O diretor de produção do Curta Santos, Junior Brassalotti, também ligado ao movimento cultural da Cidade e região, acredita na importância de uma definição prévia e concreta sobre o plano de cultura da próxima gestão. “Trata-se de um dia reservado para uma ampla discussão sobre políticas públicas para área cultural, à altura que Santos merece”, enfatizou.

Formato

O debate terá, ao todo, cinco blocos e ocorrerá no Cine Roxy, no Gonzaga, em Santos. Haverá espaço para o embate padrão, quando perguntas relacionadas ao tema serão feitas pelos candidatos para os próprios candidatos. Jornalistas dos veículos de comunicação regional também participarão fazendo perguntas. A escolha desses profissionais será por sorteio.

Entretanto, a iniciativa visa uma atenção especial à classe cultural da Cidade (cinema, dança, música, literatura, carnaval, teatro, entre outros). Todas as áreas terão voz e deverão enviar um representante, previamente cadastrado na organização do Festival. Também por sorteio, cada agente cultural poderá fazer, dentro das regras propostas, pelo menos uma pergunta.

O jornalista Gustavo Klein, especializado em cultura, é o responsável pela mediação do debate. Renomado, durante anos é o único responsável por acompanhar, pela mídia, as transformações sócio-culturais ocorridas na região. Com larga experiência, já produziu matérias sobre cinema, literatura, música, televisão, artes visuais, entre outros assuntos.
10º Curta Santos F.C. – Centenário do Santos F.C.
Sempre alinhado ao contexto caiçara, típico do litoral de São Paulo, este ano o Festival presta homenagem aos 100 anos do Santos Futebol Clube, peça mais do que importante na divulgação da escola do futebol brasileiro pelo mundo. “O tema da nossa 10ª edição já estava definido há dois anos”, brinca Vasconcellos. Segundo ele, a intenção é fazer uma união de festas entre áreas que sempre foram convergentes: o futebol e o cinema.

Festival Vitória Cine Vídeo abre inscrições

Estão abertas as inscrições para a 19ª edição do Vitória Cine Vídeo, que acontece de 5 a 10 de novembro na capital capixaba. O evento seleciona filmes de qualquer duração, finalizados em 2011 e 2012, produzidos por empresas e produtores brasileiros.
Serão premiadas obras selecionadas nas categorias Curta Capixaba, Ficção, Documentário, Animação, Direção, Fotografia, Roteiro, Trilha Sonora, Montagem, Direção de Arte, Produção, Ator, Atriz, Melhor Longa-Metragem e Prêmio do Júri Popular. Para o vencedor de cada categoria, uma comissão julgadora irá entregar o troféu Marlin Azul.
As inscrições terminam no dia 25 de julho e podem ser feitas pelo site www.vitoriacinevideo.com.br.

Gardênia se apresenta no SESC Santos

Inspirada na obra O Amor Nos Tempos De Cólera, do escritor Gabriel García Márquez, a peça Gardênia faz curta temporada no Sesc Consolação. Encenado pelo grupo El Otro Núcleo de Teatro, o espetáculo tem direção de Marat Descartes e texto de Ana Roxo.Na história, Fermina Daza e Florentino Ariza necessitam passar por mais de 50 anos para ficarem juntos. O amor os leva a superar até mesmo a epidemia do cólera. Dois atores dividem o palco com dez retroprojetores e uma vitrola para simbolizar esse amor profundo e difícil.Ficha TécnicaCriação e Interpretação: Cybele Jácome e Luís MármoraDireção: Marat DescartesDramaturgia: Ana RoxoLuz, Projeção e Cenário: Cristina SoutoFigurino: Simone MinaAssistência de Direção: Gisele CalazansOperadores Técnicos: Jordana Dolores e Ciro GodoyEstagiários: Ana Andrade, Diego Ignácio, Marilda Matos e Sayuri LuzArte Gráfica: SatoProdução: Fermina Daza Produções Direção de Produção: Helena Weyne e Luiza BrascaRealização: El Otro núcleo de teatro

Sexta, dia 6, às 18h e 21h no Sesc. Ingressos: R$ 8 (inteira); R$ 4 (meia) e R$ 2 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes).

 

Festival Curta Santos abre inscrições para Mostras Competitivas

Ao completar 10 anos de existência, o Festival homenageia o Futebol Arte

O Curta Santos – Festival de Cinema de Santos completa uma década de existência dedicada às produções audiovisuais brasileiras, em especial àquelas produzidas no litoral de São Paulo. Este ano o tema que norteia as homenagens realizadas durante o evento é o Futebol Arte: Centenário do Santos Futebol Clube.

As inscrições para as oito mostras competitivas já estão abertas somente pela internet, no site http://www.curtasantos.com.br.

 

Sempre alinhado ao contexto caiçara, típico do litoral, este ano o Festival presta homenagem aos 100 anos do Santos Futebol Clube, peça mais do que importante na divulgação da escola do futebol brasileiro pelo mundo. O tema da nossa 10ª edição já estava definido há dois anos.

Mostras competitivas

As mostras de filmes voltadas à competição dobraram este ano, quando o Curta Santos – Festival de Cinema de Santos, completa 10 edições. De quatro, agora são, ao todo, oito. Olhar Caiçara, Videoclipe Caiçara, Novos Olhares, Mostra Curta Santos F.C. e Mostra Minuto são as nacionais.

As mostras direcionadas aos realizadores do Litoral de São Paulo são a Olhar Caiçara, Videoclipe Caiçara e Curta Escola.

A Mostra Olhar Brasilis e Mostra Videoclipe Brasilis, são nacionais e de livre temática.

A Mostra Curta Santos F.C. e Mostra Minuto, são, por sua vez, comemorativas e voltadas ao Santos Futebol Clube: a primeira para produções com duração de até 10 minutos e a segunda é para o torcedor fanático que quer expressar a paixão pelo time em até 60 segundos (um minuto).

Já a Mostra Novos Olhares, ainda nacional, aceita somente produções realizadas por meio de captação digital (câmeras, celulares, tablets e semelhantes – em alta ou baixa resolução), com duração máxima de 5 minutos.

As regionais são a Mostra Olhar Caiçara e Mostra Videoclipe Caiçara. Elas são voltadas a realizadores de todo o litoral de São Paulo. E com o intuito de encontrar novos e promissores talentos no audiovisual, chega a nova Mostra Curta Escola, destinada a produções de até 10 minutos (sem tempo limite) realizadas por alunos do Ensino Fundamental de Escolas da região. Para todos, nesta categoria, a temática é livre.

Sobre o tema

Dos gramados para as telas dos cinemas. A história do Santos F.C. se mistura com a sétima arte desde a fundação do clube, ocorrida em 14 de abril de 1912. Desde que Pelé chegou à Vila Belmiro, na década de 60, o Santos F.C. pintou sua marca de ‘time de ouro’ na história do futebol brasileiro e mundial. Com o Rei e Coutinho na linha de frente, o Santos apresentava seus gols e jogadas, como se estivesse obedecendo a roteiros cinematográficos.
Como o próprio Rei do Futebol gosta de dizer, o Santos parou uma Guerra. Em 1967, a equipe comandada pelo técnico Lula fez uma excursão para África: foi em Lagos (Nigéria), que o time de Pelé jogou e causou um cessar fogo de 48 horas na Guerra Civil daquele País. Enredo para diretor nenhum botar defeito.
O reconhecimento do Santos time e do Santos Cidade se consolidaram ao longo dos anos, cada qual pela sua história. Mais jovem, porém não menos importante, é o Festival Curta Santos, que decidiu reunir em sua 10ª edição, produções audiovisuais sobre o Clube que tantas alegrias deu à sua terra Natal e aos brasileiros. Antes com os gols de Pelé, hoje com os dribles do jovem Neymar.

O Festival

O 10º Curta Santos – Festival de Cinema de Santos será realizado no mês de setembro e contará com cinco dias de programação totalmente gratuita. Além de romper paradigmas, rever conceitos e estimular novos caminhos para o audiovisual – premissas adotadas desde a primeira edição –, o Festival tem como objetivo fundamental oferecer ao público sessões gratuitas de curtas, médias e longas-metragens mais mesas redondas, oficinas e debates com profissionais da área.

Em nove anos de trajetória, o Festival já contou com a participação de grandes nomes do cinema nacional, como José Wilker, Matheus Nachtergaele, Paulo César Pereio, Paulo José, Ney Latorraca, Ana Lucia Torre, Dira Paes, Christiane Torloni, Nuno Leal Maia, Betty Faria, Leona Cavali, Sergio Mamberti, Bete Mendes e Eva Wilma, além de cineastas como Carlos Manga, Carla Camurati, Zita Carvalhosa, Eliane Caffé, Ewaldo Mocarzel, Jose Mojica Marins, Beto Brant, Lírio Ferreira, Carlos Reichenbach, Allan Fresnot, Tata Amaral, Allan Sieber e Toni Venturi, dentre outros.

Realização

A direção geral do 10º Curta Santos é de Ricardo Vasconcellos, com direção de produção de Junior Brassallotti.

O 10º Curta Santos – Festival Santista de Curtas Metragens é realizado por Olhar Caiçara e Associação dos Artistas do Litoral Paulista; conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Santos, Sistema A Tribuna de Comunicação, TV Tribuna, Rádio Jovem Pan Santos, Cine Roxy e Sesc Santos; e apoio das Oficinas Culturais Pagu e Governo do Estado de São Paulo.

Cine MuBE seleciona filmes para mostra competitiva

Estão abertas as inscrições para a 7ª edição do Cine MuBE Vitrine Independente, que acontece em São Paulo entre os dias 28 e 30 de junho.

A curadoria dos dois primeiros dias de evento será feita pelo crítico Christian Petermann. No dia 30, serão exibidos os filmes que integram a categoria competitiva. Poderão participar da mostra filmes de média (26 a 60 minutos) e curta-metragem (até 25 minutos), no formato digital.

O júri será composto por três personalidades e intelectuais relacionados à cultura, cinema e artes. O público participante será responsável pela votação nas categorias melhor curta e melhor média.

O prêmio oficial, o Troféu Cine MuBE Vitrine Independente, será entregue a cada um dos vencedores, nas suas respectivas categorias, na cerimônia de encerramento do evento.

As incrições vão até 31 de maio.

Para mais informações, acesse a página do evento no Faceebok.

Programação oficial da Mostra Cine Surf/SESC 2012

A Mostra Cine Surf/SESC, que tem como objetivo valorizar e difundir a produção cinematográfica brasileira dedicada ao surf, apresenta nesta quinta-feira (19) um cartaz recheado de atrações. A partir das 20h, dois filmes de surfboard, com classificação livre, serão exibidos gratuitamente no auditório, com entrada pela rua Conselheiro Ribas, 136, bairro Aparecida, em Santos (SP).

O primeiro a rodar será Aloha, dirigido por Paula Luana Maia e Nildo Ferreira. Em 15 minutos, o curta sobre surf adaptado apresenta a história de diversos personagens que encontraram a superação para os desafios de suas vidas no esporte. No elenco estão Robson Careca, Henrique Saraiva, Valdemir Pereira e Octaviano Bueno, o Taiu, além dos surfistas profissionais Jojó de Olivença e Jair de Oliveira.

Depois é a vez de Titan Kids, de Lee-Ann Curren e André Silva, ocupar a telona. O documentário mostra a perseverança de crianças moradoras de uma pequena favela localizada em Fortaleza, chamada Titanzinho. Mesmo com dificuldades, muitas sonham em vencer na vida brilhando no surf.

Após as sessões, os espectadores serão convidados a participar do bate-papo “Surf como estilo de vida”, mediado por Mauro Raposo, com a presença dos surfistas Marcos Bukão, Cisco Araña e Taiu. Para encerrar a noite, às 21h30, acontece o show de surf music com Rub, na Comedoria. Os preços variam entre R$ 2 e R$ 8. A Mostra Cine Surf/SESC é realizada até sábado pelo SESC Santos (Serviço Social do Comércio), com produção do Projeto Cine Surf e divulgação da Fama Assessoria.

Programação Mostra Cine Surf/SESC

19/01 – quinta-feira
20h – exibição do curta metragem Aloha (surfboard). Classificação livre. Grátis.
20h30 – exibição do curta metragem Titan Kids (surfboard). Classificação livre. Grátis.
21h – bate-papo “Surf como estilo de vida”, com a presença dos surfistas Marcos Bukão, Cisco Araña e Taiu e mediação de Mauro Raposo. Classificação livre. Grátis.
21h30 – show com Rub SurfMusic. Não recomendado para menores de 18 anos. Bilheteria: R$ 8 (inteira); R$ 4 (usuário matriculado no SESC e dependentes, pessoas com mais de 60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino); R$ 2 (trabalhador matriculado no SESC e dependentes).

20/01 – sexta-feira
20h – exibição do filme Por Conta Própria (surfboard). Não recomendado para menores de 12 anos. Grátis.
21h – exibição do filme Dêxa à Mexicana (bodyboard). Não recomendado para menores de 12 anos. Grátis.

21/01 – sábado
20h – lançamento do filme Arquivos (surfboard). Não recomendado para menores de 12 anos. Grátis.
21h – coquetel de encerramento com discotecagem.